Quem se define, mente a si mesmo.
Não há como chegar a tamanha certeza: o que sou.
Dedução, vontade.
Para definir tende ter certeza.
O ser humano não pode ser definido literalmente pelos seus atos e desejos;
é uma metamorfose constante
sempre mudando em todos os sentidos.
Não há como definir uma metamorfose senão como, uma metamorfose.
26/12/2009
Mostrando postagens com marcador Thaís Araujo.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Thaís Araujo.. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Falar...
Só é bom quando se é ouvido; de nada servem palavras jogadas ao vento, esquecidas conforme o tempo. Mágoas; já não são águas passadas; e a saudade se tornou nostalgia. A falta do "bom senso" chega a me dar náuseas; afinal, se eu soubesse voar não ficaria um segundo se quer no chão. Voaria alucinada, sem lembrar de nada, sem data pré-marcada. Descansaria nas nuvens; voaria mais alto que o limite, alcançaria o infinito.
E quando a saudade chega-se, de tal maneira insuportável, então eu voltaria.
Voltaria com a certeza de que alcancei o infinito; voltaria coma certeza que um tempo só meu não é egoísmo, não é pedir demais; mas acima de tudo, voltaria com a certeza de que não saberia viver só.
E quando a saudade chega-se, de tal maneira insuportável, então eu voltaria.
Voltaria com a certeza de que alcancei o infinito; voltaria coma certeza que um tempo só meu não é egoísmo, não é pedir demais; mas acima de tudo, voltaria com a certeza de que não saberia viver só.
paciência...
o mundo não gira á nosso favor: gira contra nós; para que possamos ter tempo o suficiente para entender esse ciclo, esse complexo chamado de vida.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
La vida...
Bebamos!
Embriagados numa visão incomum, sem uma lógica a qual recorrer.
Bebamos!
Matamos a saudade com uma dose escassa de tempo.
Ébrios e insanos; tão insanos a ponto de modificar-se em cerca de segundos; tão ébrios a ponto de decidir o amanhã sem ao menos viver o hoje.
02/11/2009
Embriagados numa visão incomum, sem uma lógica a qual recorrer.
Bebamos!
Matamos a saudade com uma dose escassa de tempo.
Ébrios e insanos; tão insanos a ponto de modificar-se em cerca de segundos; tão ébrios a ponto de decidir o amanhã sem ao menos viver o hoje.
02/11/2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
tão claro em cada marca..
Constantemente mutável, facilmente alterado. Escolhas, rumos; tempo. Os sinais indicam o caminho certo, mas o universo conspira a favor do acaso. As razões, somadas, são nulas; o que te faz escrever torto nas entre-linhas desse horizonte ? Frente ao céu o oriente, pedi a fé que cesse com suas águas; as águas e o céu, um céu já sem lágrimas, limpído, sem mágoas. Porquê seríamos nós tão frágeis ? E se o azul agora no céu encontra-se com a vertigem de um verde; onde estariam as águas e por onde gritariam as águias ? E se longe das prisões o simples vôo de um beija-flor demonstra-se enfim a liberdade unificada ? O que tem o amor ao nascer do sol ? flamejante, intenso, nítido.. tão nítido quanto o brilho da lua refletido n'água. O que tem o amor ao brotar das rosas ? tão simples como diamantes lapidados. E esse paradoxo, tão confuso quanto a América, anuncia minha paranóia; irracional. Escolhas, rumos; tempo. As placas nos guiam, mas o motor é o extremo, e o extremo é o acaso. As razões, somadas, são nulas; e o que tem o amor quando escrevemos torto nas entre-linhas desse horizonte ?
Assinar:
Postagens (Atom)
